Outro Bêbado Miserável Mais

Outro Bêbado Miserável Mais 1

Dono da casa é o número mais enorme do musical Os Miseráveis. E a canção escolhida pra que um redator de o mundo se infiltrarem e descubra como se faz o superior musical que está em turnê pelo Brasil, participando de uma função perante o público real.

Foi em Campinas, no Teatro Calderón, quarta-feira, trinta de abril. A turnê de Os Miseráveis, prevista para um ano, de instante neste momento está ampliando sua duração, a mais de seis meses, o que demonstra o sucesso obtido. Em Alicante estará de 10 de maio a um de junho, para vir a um total de 27 funções. Dono da residência, um dos poucos momentos cômicos da função, tem local, aos 40 minutos do começo. Nele se dá ao casal Thènardier, personagens que interpretam Armando Pita e Eva Diago. Os Thènardier são por volta de arribistas que não hesitam em furtar o primeiro que se atravesse no teu caminho.

  1. Sete Títulos e ordens 7.1 Títulos e tratamentos 7.1.Um Em Portugal
  2. o que significa
  3. 2 The Misfits
  4. 3 Audiências médias nos EUA
  5. Uso funcional

Durante a existência de Jean Valjean, o protagonista dessa obra original de Victor Hugo, cruzar-se-ão em imensas ocasiões. É um número em que participa enorme fração do elenco de mais de 30 atores que a cada dia sobe ao palco. Nele é fácil pôr um infiltrado.

Anjo Saavedra se encarrega de esclarecer o meu papel e de quais necessitam ser os movimentos que tenho de realizar dentro da elaborada coreografia desta peça. Tenho de entrar na divisão esquerda do palco, junto a Victor Arbelo e os outros adolescentes. Nada mais cruzar o limiar da taberna tenho de parar para ceder ambiente a tabernera, desse jeito David Velardo me buscá-lo e leva-me à mesa em que eu estarei extenso porção de minha atuação.

A mesma mesa em que entablo conversa animada e brinde com meus colegas cairá Júlia Jové e no conclusão precisará se levantar para dançar e festejar que Thènardier é o rei do ambiente. Lhe advirto do meu jeito, mas não é arredra diante dos problemas que colocam os iniciantes. A quarta tentativa, eu sai razoavelmente bem, o que incentiva a completar o baile. Bem, admito que desta vez foram mais de quatro tentativas que os necessários. Entre um e outro, em um feito de pequena desespero e animado na minha nova carreira artística proponho-lhe se não seria mais natural que, por apresentar-se bêbado me engane ao escoltar os passos. Olho de soslaio a plateia a pensar que cairão pela conta do infiltrado patoso.

Saavedra, ágil, prontamente me adverte, “se esqueça-se, com as luzes não verá nada”. Não há tempo para muito mais meditação. Com a companhia quase por completo repetimos duas vezes a cena. O refrão cativante composto por Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil parece acessível de escoltar, ou no mínimo de cantarolar.

Saavedra encarregado de Samuel Gomez e Ezequiel Salman, que me alertam antes de as circunstâncias dos incautos compradores de virar a cabeça para não perder o discurso da ação. Com o primeiro, ademais, farei duas voltas que me levarão de mão de Sylvia Consistente com a que quero sair mais rápido do palco.

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