“Que os Nossos Ricos Não Abram Filiais Em Paraísos Fiscais” >>Eco Americano >>Sites DO PAÍS

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Pergunta: – Como o senhor vê a economia latino-americana? Resposta: -Há muitos elementos comuns entre os incontáveis países da América Latina, como México, Chile, Colômbia, Peru e Brasil, que constituem a maioria da economia da localidade. Outros casos são Venezuela, Argentina, Nicarágua ou Guatemala, para os que não me dirija. Aqueles cinco países têm virtudes e dificuldades comuns.

R: -Vivemos em muito bons termos de troca (conexão entre os preços das exportações e das importações). Em 1997 e 1998, estavam em um nível de 110 (pontos). Em 2011 e 2012, estamos em 150. o

Houve sinais preocupantes em abril, haviam descido entre 10% a 15% a diferentes preços, como o ouro e o cobre. Foram recuperados, entretanto não há dúvida que há um componente temporal. América Latina aliviou muito a estes termos de troca. Há apreciação cambial na venezuela, Colômbia, Brasil, muito potente no Chile. O peru foi mais cauteloso, entretanto anticíclico na sua política cambial.

Isto se reflete quando se vê o PIB e a composição da despesa. Apesar destes termos de troca elevados e não sustentáveis, pela minha avaliação, temos déficit de conta corrente no Brasil, Peru, Colômbia, Chile. No Chile no ano anterior, tivemos um déficit de 3,5% do PIB, apesar do valor espetacular do cobre.

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Desde que começou o boom de preços de 2004 a 2012, a quantidade de produtos importados cresceu 9% ao ano e as exportações, a 5%. Cada vez importamos mais. Os produtores de bens se adaptam a um dólar barato e compra mais insumos importados, em tão alto grau os que se dedicam ao mercado interno, como os que exportam. Vou substituindo insumos nacionais estão sendo afetadas as pequenas e médias organizações. As pequenas e médias organizações competem com importações asiáticas, que chegam com um dólar barato e com uma pauta pequeno. A tarifa média de Chile é de 1%. Imediatamente estamos quase com o livre comércio com o mundo todo. As pequenas e médias organizações sofrem e isto deixa uma impressão regressiva para o futuro.

A reprimarización das exportações se fornece em todos os nossos países. Os termos de troca nos dão receitas fiscais pras nossas economias, bem que não tal no Brasil, e nossas contas fiscais dependem de preços altos de imunoglobulina. Você utiliza a prata (dinheiro) do cobre pra financiar os salários dos professores ou o défice externo. Porém não desejamos meter busca para crescer.

Devemos de investimento. A América Latina não está crescendo aos saltos, a 5% ao ano, o que chega é a 3,5% e 4%. Vivemos uma ilusão transitória. Uma quota dos preços altos estamos ahorrándola e outra estamos comiéndola.

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